Estudar pra que?
sofrer, viver, não usufruir,
as vezes e necessário regredir pra crescer,
cair pra baixo!
subir pra cima!
nunca recuar,
não existir pode ser melhor do que não amar!
Ficar a toa!
feliz dentro da prisão,
fonte da aguá?
fila de libertação,
esperar o dia emfim ao seu final chegar,
noutro dia novamente murchar,
de novo,de novo e de novo sem parar!
Uma bomba sufocante de asma usar!
acorrentado em camisa de Vênus andar!?
crucificado, espancado, nas costelas marcado,
o que e certo o que e errado?
quem disse que o meu certo e o certo de ninguém!?
lembrar? me esqueci!
sonhar? com insonia acordei!
Desesperado percebi!
viver não e diferente de sentir,
a monotonia todo dia,
morto, sepultado e com a cova em pé,
o solo muda com o tempo eu fico igual!?
já tentei ser belo natural,
mas o que e tentado tornasse sempre artificial!
Meu oficio e andar por ai seguir igual,
diferente o caminho um rali,
chegando sempre no mesmo local,
tudo igual de novo outra vez!
mudei pra que?!
alongar, encurtar,
e sempre menos chato evitar.
Ha um motivo para minha solidão?
sangrar transparência!?
ignorado, armado por motivo
amado....?
noutra face odiado!
Sentir o clima todo dia,
oportunidade passa,
quero o que quero que não quero,
se enganar em mim,
no fim sempre igual mas diferente mas iguais.
Somos Todos Pensantes
Cabe a você refletir sobre o que lê
terça-feira, 19 de julho de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
Mascara Fosca
Mascara fosca
Vazio era o momento,
Cujo desejei ter asas,
asas que me levassem aos céus,
libertando-me das trevas que sonhei.
Contudo as asas que deram-me,
não batem,
não brilham,
nas minhas costas pesam,
empurrando-me ao chão.
As lagrimas da minha alma não mentem,
remetem aos meus sete pecados capitais,
entregando mentiras minhas a mim,
com ferro acerta-me no figado,
pois já não sinto um coração.
Com as penas de meu falso alado ser,
costurei uma branca mascara,
fosca e imutável,
não para minha face,
mas para meu ferido coração.
terça-feira, 15 de março de 2016
Lagrimas Sob a Venda...
Lagrimas Sob a Venda
Havia um tecido preto,
escuro como o céu,
quando todas as estrelas cairão,
o rastro de poeira ali permaneceu,
espalhado no irregular.
Havia ali um deserto,
seco, árido, sombrio e estonteante,
a poeira se ajuntava em rios,
itensas cachoeiras de alma lamentante,
irregular emoção.
Havia ali um desejo,
utopia colorida na cor do oceano,
mas nos pés abriam-se rochas de solidão,
luz amiúde,
desabrocha das lembranças,
dos sentimentos ocultos.
Vinha como um jato de razão e verdade,
assombrava os sentimentos vãos,
trazia consigo vontades,
uma verdade de mel salgada.
Sob as flores de um campo,
onde ninguém haveria de procurar,
enterrava ali meus alicerces de dor,
deixando desabar em fim,
um teto de amarguras ,
para regar o meu jardim.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Vida...
Vida
Ser cadente,
És como a forte brisa do mar,
Como um sonho, esperança, amor,
Lembrança!
És sentimento selvagem passageiro,
Que passa, passa, verdade que passa.
Mas fica,
Fica vermelha marte?
Azul constelação,
Vênus?!
O mar,
Amar submergido,
Ao mar?
Amar com pedras,
Pedras do profundo,
Tom azul profundo.
És enorme labareda que queima, queima,
Desintegra e queima!
Molde de jade,
Delicado molde!
Que molda felicidades?
As razoes do ser?!
Viver, ser ou viver?!
Uma gota d'água infinita,
Más finita no tempo,
És tanto em tao pouco?!
Uma mentira em meio a realidade?!
És uma prisão em meio a liberdade?!
Complexa.
Complexa fechadura!
Que tranca a razão?
A fonte de sabedoria?
És corrente pesada,
Corrente passada,
Passado?!
Apenas isto?!
Uma flor em meio ao vale!
Um Leão em meio ao deserto,
És tao grande?!
Cheia e vazia?!
Ou apenas vida?!
Vida que passa,
Vida que fica.
(Guilherme A. Moreno)
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Lua Que Navega
Lua Que Navega
Navegável, Navegante
És ela?
e seu cabelo esvoaçante
cujo seus fios finos curvados
entrelaçados e laçados
laçaram a sua lua!?
lua velha, lua nossa
lua nova?
Velejável, Velejante
És dela?
longe és pequena
no céu
ou seras grande?
és na vossa face os dois
branco, preto
contraste!
Castanho escuro és sua alma
funda, profunda
És minguante sorridente
que em seu coração ardente
pulsante baluarte
e sempre de boa vontade
expande, cresce
multiplica nossos espelhos da alma
da alma da vontade
da noite?
do céu?
do mar?
Vogue sobre o mar
mar das verdades
mar das excelentes amizades
traçando bombordo,
estibordo da razão
Razão de dar amor
sem nada em troca esperar.
(Guilherme A. Moreno)
''Para um amigo(a) importante.''
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Vale Seco
Vale Seco
Ó vale de flores
Rosas e jasmins
Como pode as tuas flores murcharem sem razão?
Na sua imensidão verde úmida cresce
Cresce viva e florescente mãe apaixonada
Que com leite das rosas rega os secos lábios de seu filho
Ó criança cantante
Cantas ave do campo
Com sua doce intrigante cancão
Intrigante orquestra de pianos
Cujo maestro mexe, balança seu braços ao ar
Espera voar assustada as vozes aladas
Como os anjos saciados que ascendem ao céu
Ó menino, menina solitária, e franzino que luta
Luta no campo úmido,campo de batalha
Dentro do ringue da vida
Mundana!
Justa e injusta aos olhos nossos.
Balançante
Estremece barco navegante que navega em águas agitadas!
Num tropeço, na ponta do iceberg
A ponta inicial de um cadarço
No fim da vida!?
Esperança que afunda em águas gélidas
Que se afunda no mar
De águas molhadas, salgadas
Amargas.
(Guilherme A. Moreno)
terça-feira, 21 de julho de 2015
Quem Prefere A Guerra à Paz?...
Ela estava la, no meio da guerra, mesmo assim a ignorava, divertia-se cegamente ate que o pior acontecesse, e aconteceu, em meio a uma explosão a menina perdeu suas pernas, agora tudo que lhe restava era apenas uma lembrança, do que já havia sido e nunca mais haveria de ser, pois a alegria de correr sobre a grama lhe havia sido tirada, por patifes egoístas, mas ela lembrava que sonhos nunca são impossíveis de serem alcançados, e um dia um sonho lhe aconteceu, mas não um sonho comum, um de ser diferente, e com isso mudar o mundo, um mundo dividido onde guerras sem sentido separavam as pessoas e as velavam da verdade, que afinal só guerreia quem quer, não é?
(Guilherme A. Moreno)
(Guilherme A. Moreno)
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